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outubro 30th, 2010 by rcandidosenmova
setembro 12th, 2010 by rcandidoSenmova
Titulo original: Senmova
Pais: Turquia
Idioma: Esperanto
Ano: 2010
Gênero: Curta, Drama
Diretor: Tugce Sen
Elenco: Saadet Isil Aksoy, Derva Durmaz, Murat Serezli
Duração: 14 min.
Pagina Oficial: http://www.tugcesen.com/
Descrição:
A história de duas amigas, uma ativista política Ismene e uma apolítica e ingênua Effie…
Tudo ocorre em um perigoso regime totalitarista anacrônico onde todos falam Esperanto. Somos todos livres para eleger, tornar-se ativista ou não. Mas podemos determinar as conseqüências desta escolha?
Ismene que planeja tomar parte em uma operação anarquista insiste que Effie a acompanhe. Effie porem prefere cuidar de sua avó. A polícia procura Ismene. Effie se recusa a revelar o paradeiro de Ismene e é presa por isto como colaboradora.
O mais importante defensor do país, o detetive Koralo a interroga. Pensando apenas em um cigarro e tranquilamente esperando sua condenação à morte Effie não sabe que terrível surpresa a aguarda.
Os Dois torrões de Açucar
julho 14th, 2010 by rcandido
Absinto, poesia, pintura e dois torrões de açúcar… Pois é meus queridos leitores… Os Dois torrões de Açúcar!
O Ritual do Absinto é comumente lembrado pela presença de um torrão de açúcar sobre a colher perfurada. Como muitos já se questionaram: onde conseguir belos e alvos torrões de açúcar para o meu ritual? Será que quando usaram 80.000 torrões pra construir a miniatura daquele museu acabaram com todos? Não sobrou nem um pra mim?
Não queridas e viciadas crianças a sua taxa de glicose não está ameaçada. A União fabrica estes tão famigerados componentes do Ritual. Este ícones que o pica-pau fez questão de acrescentar a nossa infância foram criados por um marido compadecido.
Julie Radova, esposa de um diretor de uma refinaria de açúcar em Dacice (Boémia sul) cortou o dedo quando estava a partir o açúcar. Mais tarde perguntou ao seu marido Jakub Rad: “Por que não pré-cortamos o açúcar?”
O Jakub aceitou o desafio (afinal se deu conta de que ele deveria servir para algo) e no outono de 1841, presenteou sua esposa com um pacote de 350 cubos de açúcar brancos e cor-de-rosa.
A cidade tem um obelisco com um grande cubo de açúcar feito de granito em sua memória. A invenção do Rad parece não ter sido comercializada extensamente fora da região, e não foi até que o industrialista alemão Eugen Langen patenteou um método eficiente de produzir os cubos em formas nos 1870s, esse seu uso tornou-se difundido em Europa. Henry Tate comprou os direitos de Eugen Langen e introduziu o processo no Reino Unido, e seu uso se espalhou por toda a França e Suíça logo depois disso.

O Pernod Fils, e outros fabricantes principais, promoveram ativamente o ritual do açúcar ( e naturalmente dizendo com isto que seu absinto poderia – não deveria, mas poderia – ser bebido sem o adocicado). Há muito mais evidência do absinto no Belle Époque sendo bebido com açúcar, do que sem – e geralmente uma dose generosa de açúcar, freqüentemente dois ou mesmo três cubos como se vê em algumas das fotos contemporâneas abaixo (se sugeriu que o açúcar de finais do século dezenove, menos refinado do que o equivalente moderno, era igualmente menos o doce).
Cusenier, produtor do único absinto mais caro do que o Pernod mostrou-o sendo bebido com açúcar em todo seu material promocional.
Naturalmente o ritual clássico do absinto com colher perfurada e o açúcar em cubos somente data de 1880 em diante, quando o açúcar cubado se tornou extensamente disponível. Antes disto o absinto era provavelmente adocicado com xarope de açúcar.
Por Cândido Ruiz
P.S.: Em Breve lhes apresentarei aos meus Dois torrões de Açúcar

Mistérios de um fósforo
março 13th, 2010 by rcandidoPego de um fósforo. Olho-o. Olho-o ainda. Risco-o
Depois. E o que depois fica e depois
Resta é um ou, por outra, é mais de um, são dois
Túmulos dentro de um carvão promíscuo.
Dois são, porque um, certo, é do sonho assíduo
Que a individual psiquê humana tece e
O outro é o do sonho altruístico da espécie
Que é o substractum dos sonhos do indivíduo!
E exclamo, ébrio, a esvaziar báquicos odres:
— Cinza, síntese má da podridão,
“Miniatura alegórica do chão,
“Onde os ventres maternos ficam podres;
“Na tua clandestina e erma alma vasta,
“Onde nenhuma lâmpada se acende,
“Meu raciocínio sôfrego surpreende
“Todas as formas da matéria gasta!”
Raciocinar! Aziaga contingência!
Ser quadrúpede! Andar de quatro pés
É mais do que ser Cristo e ser Moisés
Porque é ser animal sem ter consciência!
Bêbedo, os beiços na ânfora ínfima, harto,
Mergulho, e na ínfima ânfora, harto,
O amargor específico do absinto
E o cheiro animalíssimo do parto!
E afogo mentalmente os olhos fundos
Na amorfia da cítula inicial,
De onde, por epigênese geral,
Todos os organismos são oriundos.
Presto, irrupto, através ovóide e hialino
Vidro, aparece, amorfo e lúrido, ante
Minha massa encefálica minguante
Todo o gênero humano intra-uterino!
É o caos da ávita víscera avarenta
— Mucosa nojentíssima de pus,
A nutrir diariamente os fetos nus
Pelas vilosidades da placenta! —
Certo, o arquitetural e íntegro aspecto
Do mundo o mesmo ainda é, que, ora, o que nele
Morre, sou eu, sois vós, é todo aquele
Que vem de um ventre inchado, ínfimo e infecto!
É a flor dos genealógicos abismos
— Zooplasma pequeníssimo e plebeu,
De onde o desprotegido homem nasceu
Para a fatalidade dos tropismos. —
Depois, é o céu abscôndito do Nada.
É este ato extraordinário de morrer
Que há de, na última hebdômada, atender
Ao pedido da célula cansada!
Um dia restará, na terra instável,
De minha antropocêntrica matéria
Numa côncava xícara funérea
Uma colher de cinza miserável!
Abro na treva os olhos quase cegos.
Que mão sinistra e desgraçada encheu
Os olhos tristes que meu Pai me deu
De alfinetes, de agulhas e de pregos?!
Pesam sobre o meu corpo oitenta arráteis!
Dentro um dínamo déspota, sozinho,
Sob a morfologia de um moinho,
Move todos os meus nervos vibráteis.
Então, do meu espírito, em segredo,
Se escapa, dentre as tênebras, muito alto,
Na síntese acrobática de um salto,
O espectro angulosíssimo do Medo!
Em cismas filosóficas me perco
E, vejo, como nunca outro homem viu,
Na anfigonia que me produziu
Noniliões de moléculas de esterco.
Vida, mônada vil, cósmico zero,
Migalha de albumina semifluida,
Que fez a boca mística do druida
E a língua revoltada de Lutero;
Teus gineceus prolíficos envolvem
Cinza fetal!… Basta um fósforo só
Para mostrar a incógnita de pó,
Em que todos os seres se resolvem!
Ah! Maldito o conúbio incestuoso
Dessas afinidades eletivas,
De onde quimicamente tu derivas,
Na aclamação simbiótica do gozo!
O enterro de minha última neurona
Desfila… E eis-me outro fósforo a riscar
E esse acidente químico vulgar
Extraordinariamente me impressiona!
Mas minha crise artrítica não tarda.
Adeus! Que eu vejo enfim, com a alma vencida,
Na abjecção embriológica da vida
O futuro de cinza que me aguarda!
Augusto dos Anjos
(não posso postar como homenagem, pois seria uma homenagem capenga… deixo aqui então apenas para tornar mais saborosa a nossa receita amarga).
E-Klubo Jules Verne
março 10th, 2010 by rcandidoEsperanta Klubo Jules Verne
Está para ser fundado oficialmente o Clube Esperantista Jules Verne e para homenagear publico aqui um texto que fala sobre a relação de Julio Verne com o Esperanto e alguns vídeos interessantes sobre este autor.

Aspecto desconhecido de Jules Verne
(André Panchaud)
O centenário da morte de Julio Verne (1828-1905) foi marcado por abundantes trabalhos e artigos obre o autor e sua obra. Aparentemente tudo foi dito a respeito do tema. O que de novo ou não publicado se pode ainda descobrir?
[1]
Embora seja campo inexplorado, o qual nenhum intérprete da obra verniana tenha estimado digna de evocar pela memoria. O Autor de “Viagens Extraordinarias” (Voyages extraordinaires) sempre sonhou com uma sociedade ideal constituída de cidadãos responsáveis e prudentes, e uma humanidade mais culta e justa, posicionando-se mais zelosamente a respeito de seu destino sem a ajuda de algum deus ou providencia humana. Esta humanidade – para poder viver mais harmoniosamente – deve possuir recursos universais de comunicação, uma língua comum.
Jules Verne estava convicto que uma lingua construida universal poderia ser viavel. Ele aludiu isto em “20.000 leguas submarinas” (Vingt mille lieues sous les mers). A equipe do Nautilus consistia de pessoas de diversas nações: Espanhois, turcos, arabes, hindianos, capazes de intercomunicar-se somente por um “idioma estranho, unico e absolutamente incompreensivel“. Tratava-se de uma linguagem conhecida apenas por eles, uma lingua inventada, a qual não puderam compreender os ‘hospedes’ embarcados contra a vontade.
“Eis o desagradavel em não se conhecer todas as linguas“, observa um dos personagens do romance, ” ou a desvantagem de não se ter apenas uma lingua”.
Foi escrito pelo autor “idioma sonoro, harmonioso, flexivel, o qual possui vogais aparentemente submetidas a acentuação bastante variavel“.
A menção a este idioma repetiu-se uma dezena de vezes na obra. Martela no texto de Jules Verne a alusão a lingua “sonore, harmonieuse, flexible”, o qual todo esperantista pode encontrar em muitos livros e textos dedicados a Lingua Internacional: “belsona, harmonia, fleksebla”. Conclusão: a tripulação do Nautilus esprimia-se em esperanto.
Infelizmente este argumente confronta com um importante contra-argumento. 20.000 leguas submarinas publicou-se pela primeira vez na “Revista de educação e recreação“ (Magasin d’éducation et de récréation) em 1869. Logo dezoito anos antes do aparecimento da tradução francesa da brochura de Zamenhof entitulada “Lingua internacional do Dr. Esperanto” (1887). Em 1869 Jules Verne não poderia saber sobre uma lingua ainda não existente. Poderia tratar-se do Volapük? Também não. O primeiro livro de estudos sobre volapük surgiu somente em 1880. Alias as qualificações de “sonora, harmoniosa, flexivel” não convém à deselegante e complicada linguagem do padre alemão Schleyer.
Aqui manifestou-se anacronismo, o qual podemos logicamente atribuir a posterior rearranjo do texto original durante as reedições.
Todos sabem que Jules Verne teve paixão pela Lingua Internacional. Sua sobrinha, senhorita Allotte de la Fuÿe, atesta sobre isto em sua correspondencia: – “Jules Verne é partidario do esperanto. Ele intenta dedicar um volume a este tema e opina que a chave da lingua humana perdida na torre de Babel deve estar forjada artificialmente”.
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Em 1903 tornou-se membro de um grupo esperantista na cidade de Amiens onde morava o escritor. Jules Verne aderiu prontamente. Ali ele tinha dois amigos: Charles Tassencourt, o presidente, e Joseph Delfour, famoso esperantista. Ambos propuseram a presidencia honoraria ao romancista, o que ele aceitou favoravelmente. Em todo caso ele prometeu compor um romance louvando os meritos do esperanto.
Ele manteve sua promesa. Porém devido a doença, cansaço, um pouco de surdez e cegueira ele não pode terminar a obra. Até a sua morte (24 de março de 1905) ele havia escrito somente os quatro primeiros capitulos. É interessante atentar para alguns ditos colocados na boca de personagens do conto.
“O esperanto é uma língua simples, flexível e harmoniosa, útil tanto para uma prosa elegante como para inspirados poemas. É capaz de expressar todos os pensamentos e os mais delicados sentimentos da alma. É a língua internacional ideal. A principal idéia para esta formação é a eleição dos radicais proporcionalmente as suas internacionalidades, estes foram eleitos conforme segundo votos internacionais”- Jules Verne

E o autor escreveu que “O estudo do esperanto de forma alguma apresenta dificuldades para a pronuncia ou a memoria. Todos aprendem-no como respiram…”.
“Este ultimo trabalho, intitulado ‹Viagem de Estudo› (Voyage d’étude) [2], é a ultima obra sobre a qual trabalhou meu pai”, escreveu seu filho Michel em 30 de abril de 1905. Até a morte do escritor o mais rudimentar esboço consistia de quatro capítulos mais o começo do quinto. O Tema do conto a aventura de uma missão colonial na África. Um dos temas deveria ser o esperanto.
Michel Verne retomou o manuscrito de seu pai para redigi-lo “A Estonteante aventura da missão Barsac” (L’étonnante aventure de la mission Barsac). Ele empreendeu um verdadeiro arremedo do «Viagem de estudo» condensando os primeiros quatros capítulos em um só e não respeitando o local e data os transladando do Congo francês a Guiné. Por outro lado seu romance, O qual finalizado consistia de 15 capítulos, trata somente sobre colonialismo excluindo todas as alusões ao esperanto. Estes fatos Charles-Noël Martin não julgou serem dignos de menção no prefácio da “ A Estonteante aventura da missão Barsac”[3].
Foi o destino de Jules Verne que ele morresse somente 5 meses antes do 1º Congresso Internacional de Esperanto organizado em Bolonha de 5 á 13 de agosto de 1905. A celebração do centenário deste evento evidenciou a vitalidade desta língua, a qual o autor de “Viagens Extraordinárias” considerou -”O Mais seguro, o mais rapido veículo da civilização”.
O atual acesso à Internet torna possível aprender sobre uma língua viva que, até agora, uma conspiração silenciosa na história tinha tentado sufocar.
Ao antever o belo futuro prometido ao esperanto, única língua verdadeiramente universal, Jules Verne enxergou certo.
[1] Do Francês “Trait d’Union”, nº 166, dec. 2005, p. 19-21, traduzido por R. Schneller e isto apareceu em esperanto em «SES informas», 3/2006, p. 25.
[2] Publicou-se no “Bulletin de la Société Jules Verne”, nº98, segundo trimestre 1991.
[3] Editions Rencontre, Lausanne, 1971.
El Enigma Verne
Visionários:
Uma boa dica para quem quiser saber mais é este livro.
Por Cândido Ruiz
Insofismavel
fevereiro 9th, 2010 by rcandidoSou, insofismavelmente, um mentiroso
Um mentiroso de coração quebrado
Perdido em mentiras que eu mesmo criei
E que, por comodidade, aceitei como verdades
Fingi ter cola para, como disse Kurt Cobain
Colar os pedaços quando caísse das nuvens
Mas como ele também disse
“Ela virá como fogo para queimar todos os mentirosos”
Não Frances Farmer, A Tristeza
E do mesmo jeito
“Sinto a falta do conforto em estar triste”
Triste como agora
Quem dera acreditasse que estou mesmo triste
Que estava feliz
Entretanto, meu poder de persuasão esvaiu-se
Minha capacidade de criar falsas lembranças foi para o ralo
Então mergulho na merda
E aqui estou eu, dividindo meia garrafa de absinto com metade de mim
Dividindo minha insônia com o quarto vazio e a casa dormindo
Mas é o que acontece quando se apaixona pelo impossível
Acaba-se sozinho e vazio
Esqueci-me que sou a dama que penetro e o travesseiro sobre o qual choro
Mesmo assim quis ser eu o beija-flor de Heinrich Heine, em Neur Frühling,
Mas fui a peste que acabou com as rosas
E o veneno fumegante que provei todas as manhãs na xícara sem alça
Mostrei-me a perturbação consciente do insano no espelho
Com feridas cicatrizadas, mas não saradas por dentro
Cortes profundos jamais saram.
Bem disse aquela música, “Death, come near me”
“Eu procuro a noite e espero encontrar um amor”
Mas impossível alguém que não ama, apenas finge, encontrar tal sentimento
Como disse aquela música
“De dia eu durmo, de noite eu choro”
Trancado dentro de mim mesmo
Aqui sou eu
Metade carne, metade cinzas
Todo em pedaços, uma parte em pó
Aqui estou, invisível
Aparecendo para todos
Sozinho
Aqui está algo muito primitivo
O instinto de buscar a felicidade
Esqueci-me de confessar-me
Se estou confundindo as coisas, devo ser o maior estúpido conhecido
Confundir-se durante três anos seria demasiado burro de minha parte
E cruel comigo mesmo
Típico de minhas personalidades sentimentalmente sádica e masoquista
Esperar pelo que não chega
E chegou o fim
Esqueci-me que sou a lâmina que me degola e o sangue que agora jorro
A morte que me carrega e os vermes que me devoram
Poema de Einsamer Wolf
Algo sobre a Artemisia Absinthium
fevereiro 8th, 2010 by rcandidoAlgo sobre a erva Artemisia Absinthium…
Planta perene bastante folhosa, com caules eretos e folhas penatipartidas alternas. Toda a planta está coberta de penugem cinzenta-prateada. Os caules terminam em panículas de capítulos amarelos. Os frutos são aquênios. O absinto cresce na Europa, Ásia e África, em locais secos, entre as associações herbáceas, como erva daninha. É utilizada desde a Antiguidade para tratar perturbações digestivas.

Colhe-se o caule com folhas, que é cortado a cerca de trinta centímetros do cimo do caule. Arrancam-se ao mesmo tempo as folhas da roseta e do resto do caule. A principal substância ativa é um óleo essencial que contém tuiona e tuiol, um suco amargo, a absintina, ácidos orgânicos e taninos. As partes ativas são muito amargas. São utilizadas em tratamentos internos, quer puras quer misturadas, para estimular o apetite, a secreção dos sucos gástricos e da bílis, contra as cólicas intestinais e os parasitas intestinais (como estomáquico, amargo e colagogo). Prepara-se uma infusão à razão de uma ou duas colheres de café de caules cortados por chávena de água ou consome-se diretamente o pó na dose de um grama três vezes por dia. A decocção de absinto é utilizada em gargarejos e compressas sobre as contusões. O caule fresco permite isolar o óleo essencial que entra na composição de uma tintura para aliviar as cãibras. Um consumo prolongado, sobretudo de bebidas alcoólicas à base de absinto, provoca habituação que se manifesta por cãibras, perdas de conhecimento e mesmo perturbações nervosas irreparáveis.

Por Cândido Ruiz
Aproveitando o ensejo… lhes oferto um drink
Je via sano! (A vossa saude em Esperanto)








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